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Dia do Orgulho Gay

Porque comemoramos o Dia do Orgulho Gay no dia 28 de junho

O Dia do Orgulho Gay começou há mais de 50 anos, no dia 28 de junho de 1969, em Nova York. Um grupo de gays, lésbicas e trans se divertiam em um bar chamado “Stonewaal Inn” quando uma batida policial especialmente violenta os expulsou de lá por “conduta imoral”.

Só que naquela madrugada o grupo decidiu dar um “basta” e reagiu. Uma multidão se reuniu em frente ao bar para impedir a violência.

Não que isso fosse novidade. A comunidade gay sempre sofreu preconceito e violência. E, na verdade, ainda sofre. Nós ainda temos que dar um “basta” todos os dias e não só em 28 de junho.

É por isso que as Paradas Gays (que não tivemos neste ano por causa da pandemia do coronavírus) e a comemoração do Dia do Orgulho Gay, assim como todas ações promovidas por ONGs, institutos, empresas e pessoas envolvidas com esta causa são tão importantes.

 

No Brasil, o primeiro ato de resistência aconteceu em 1995, no Rio de Janeiro, durante a 17ª Conferência da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex, que terminou com uma pequena marcha. No ano seguinte, houve manifestação em São Paulo, com cerca de 500 pessoas na Praça Roosevelt. Só em 1997 aconteceu a primeira Parada Gay na Avenida Paulista, que acabou se tornando a maior do mundo, com mais de 3 milhões de pessoas em 2019.

De 1969 para cá muita coisa mudou, no Brasil e no mundo.

Hoje, casais do mesmo sexo podem se casar e adotar crianças.

Na área jurídica, a LGBTfobia foi criminalizada e houve o fim da criminalização da homossexualidade (sim, antes as pessoas podiam ser presas apenas por serem gays).

Em 2009, transgêneros passaram a ter o direito de usarem seus nomes sociais no SUS e, desde 2013, é permitido o uso em concursos públicos. Em março de 2018, o STF determinou que os indivíduos transgêneros fossem permitidos a alterar, oficialmente e em cartório, seus nomes e registros de sexo.

Na medicina, houve o fim do tratamento das identidades trans como “patologias”, bem como o fim da absurda “cura gay”. Acredite: no Brasil, até a década de 80, o termo “homossexualismo” ainda era visto como doença pelo Código de Saúde do Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social. Hoje, procedimentos de redesignação sexual passaram a ser autorizados pelo Conselho Federal de Medicina e oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A fila de espera, no entanto, é enorme.

No âmbito político, há o respeito à laicidade do Estado e fim da influência religiosa nos processos políticos, criação de políticas de inclusão e fim da discriminação, além de maior representatividade nos meios de comunicação.

Para nós da Vialaser não importa o gênero, a escolha, a forma como a pessoa se apresenta na sociedade. Somos a empresa amiga de todas as peles. Peles têm cores diferentes, e atendemos bem a todas elas. Pessoas tem escolhas e “cores” diferentes.

Sejam bem-vindos, bem-vindas, bem-vindxs!

Lisa

Olá, eu sou a Lisa, assistente virtual da Vialaser e autora desse blog maravilhoso! Quero trazer os conteúdos mais diversos e interessantes sobre o mundo da estética, saúde, beleza e depilação a laser. Se liga nos posts e não deixe de interagir!

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